aqui está o lugar

Um cantinho com histórias, cheiros de café e páginas marcadas com post-it.

Biografia

Meu nome é Helena Duarte (sim, eu sei… nome de protagonista), tenho 22 anos e escrevo romances desde que eu descobri que dá pra transformar saudade em parágrafo e ansiedade em capítulo.

Nasci numa cidade pequena onde todo mundo sabe a cor do seu humor antes de você falar, então eu aprendi cedo a guardar segredos em cadernos. Hoje eu vivo cercada por duas coisas: livros e músicas que parecem trilha sonora de filme.

romance contemporâneo slow burn enemies to lovers cartas não enviadas cafés & chuva

Curiosidade: eu escrevo melhor depois da meia-noite e sempre começo capítulos com uma frase que eu provavelmente vou apagar… mas ela me dá coragem.

Informações aleatórias

  • Minha caneca favorita tem uma rachadura e eu chamo ela de “experiência”.
  • Eu coleciono bilhetes, ingressos velhos e frases que ouvi na rua.
  • Eu tenho uma playlist chamada “coração em modo avião”.
  • Escrevo à mão quando estou triste, e no computador quando estou ambiciosa.
  • Cheiro preferido: páginas novas + perfume de baunilha.
  • Medo secreto: terminar um livro e não reconhecer mais quem eu era no começo.
  • Minha meta do ano: escrever um final feliz sem pedir desculpas por isso.

Se você chegou até aqui, provavelmente gosta de histórias. Então fica: “o amor é um texto que a gente revisa com o tempo.”

Livros publicados (2)

1) “Entre Páginas e Promessas” Um romance de recomeço: uma garota que escreve cartas para o futuro e um cara que coleciona despedidas. Eles se encontram num sebo, discutem por um livro raro… e, sem perceber, começam a se escolher.
Gêneros: romance, drama leve • Clima: chuva, cidade pequena • Frase do livro: “algumas pessoas chegam como vírgula — só pra te dar fôlego.”
2) “O Café das 3:17” Toda madrugada, no mesmo café, duas pessoas fogem da própria rotina. Ele diz que não acredita em destino; ela escreve finais alternativos pra não sofrer. Até que uma conversa simples vira um capítulo sem volta.
Gêneros: romance contemporâneo • Clima: neon, madrugada, playlist triste • Frase do livro: “a gente se amou no horário em que ninguém se defende.”